Estudar nos Estados Unidos

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Não peça para parar

A experiência ensinou o student adviser Raphael Moreira :


"Inverno, nevando e sua casa fica a três quadras do ponto de ônibus mais próximo. Esse era o meu cenário quando fui fazer um curso preparatório de TOEFL em Toronto, ano de 2009. No meu primeiro dia de aula saí mais cedo de casa e fui caminhando até o ponto de ônibus, com o papel que a minha homestay mother tinha me dado com o número e a linha do ônibus que eu deveria entrar.

Eis que depois de alguns minutos vejo meu ônibus chegando e faço o clássico sinal para ele parar, esticando meu braço para a frente e acenando... e ele parou!! Quando entrei no ônibus, o motorista ficou me encarando com uma cara tremenda de dúvida e tivemos o seguinte diálogo:

- Por que você esticou e balançou seu braço?
- Para fazer sinal para que o ônibus parasse... (se em São Paulo eu não fizer sinal o ônibus passa reto!)
- Não precisa disso aqui! tendo passageiros nos pontos, os ônibus sempre irão parar... não faça mais isso! (E começou a rir de uma maneira amiga)

Lição do dia: nunca mais fazer sinal para que um ônibus pare em Toronto... hehehe"


Gafes de Viagem - the napkin kidnap

A student advisor Lorena Bonati conta um mico durante o seu intercâmbio em Vancouver:

"Uma das gafes mais inesquecíveis para mim foi mais ou menos assim:


Eu sempre brincava com meus amigos de trocar as palavras em inglês... principalmente as palavras 'napkin' (guardanapo) e 'kidnap' (seqüestro). Até que um belo dia... não foi que eu troquei mesmo? Fui no McDonald´s comprar um lanche e pedi pra atendente:


- Can i have a kidnap, please?

Na mesma hora ela caiu na gargalhada... aliás, a lanchonete inteira... "



Gafes de Viagem - peixinho fresco

Essa foi com a Camila Furlan, em Vancouver :

“Dia 11 de julho (dia do meu aniversário) resolvi comemorar com meu noivo em um restaurante típico japonês (que peguei em uma revista). Como sou fascinada por comida japonesa, seria perfeito nosso jantar.

Fizemos a reserva pelo telefone e às 20h estávamos no restaurante! Todos nos olharam de forma estranha pois era um local frequentado apenas por japoneses.

Após alguns minutos, nos levaram para a mesa e sugeriram que eu fosse até o aquário que eles tinham no local. O garçom, que falava mais ou menos inglês, pediu que eu escolhesse o peixe que eu achasse mais bonito. Olheiii ...olheiii...olheiii...e achei um fofinho, cheio de pintinha.


Deu uns 5 minutos vi o mesmo garçom com uma 'redinha' atrás do peixe. Aquilo me deixou com a pulga atrás da orelha, ele pegou o peixe e apontou para minha mesa... entrei em pânico! Seria aquele peixinho fofinho, que eu escolhi, o meu jantar ?!??!

Levantei como um raio e fui atrás do japonês. Como meu inglês era ruim a única palavra que utilizei foi “NO”. Era "no” “no” no” "no”, o restaurante parou!

Eu puxava a redinha da mão do japa, ele puxava a redinha de mim, até eu devolver o peixe foi um teatro, isso pq o coitado esta pulando! Meu noivo estava cavando um buraco para sumir ... eu pareiiii o restaurante!!!!

Mas eu não ia deixar ele matar o bichinho para me servir fresco... ainda mais eu que amo bichos!

Essa é minha história ...masssss ... continuo amando comida japonesa. Mas se tiver aquário, passo bem longe !!! "

Gafes de Viagem - cultura chinesa no Canadá

O Rodrigo Hoffelder conta essa história muito engraçada que rolou na escola onde ele estudava:

"Como de costume, sempre na última aula do módulo, fazíamos uma festinha com snacks, refrigerantes, boa música, etc. Na sala estavam em torno de 8 pessoas: Um chinês, um japonês, um brasileiro, dois mexicanos, uma ucraniana, um árabe e o professor canadense.

Foi quando o chinês tomou um gole do 7up após alguns nachos e largou o maior arroto que eu já ouvi na minha vida. Na verdade foi lindo de ver, hahaha. Todo mundo caiu na gargalhada ainda mais porque o chinês aparentava ter uns 40 anos e fez aquela coisa de guri novo!


Passado o momento gargalhada, ele não entendeu o porquê de todas as risadas e comentou que era um costume chinês, como se estivesse agradecendo e apreciando a refeição. O professor prontamente disse que aquilo definitivamente não era um hábito canadense e que ele poderia se dar mal em um restaurante, por exemplo.

Hehehe... Dá vontade de rir só de lembrar !"

Gafes de Viagem - rumo a downtown

De vez em quando a gente paga mico, né? ainda mais quando estamos pela primeira vez em uma cidade. Hoje tem a história da Lorena Bonati, em sua estreia em Vancouver:

“A história que eu vou contar, foi a mais marcante da minha viagem. Talvez porque tenha sido a primeira.

Eu, marinheira de primeira viagem, e super ansiosa pra conhecer a cidade de Vancouver, mal cheguei à homestay e já fui tratando de dar umas voltinhas pela vizinhança. Daí pensei : vou pra downtown (sem ao menos saber para que lado era).




Muita esperta, entrei na estação do skytrain e avistando uma placa onde estava escrito ‘King George’ pensei: perfeito! Uma placa indicando pra qual direção fica a minha escola (diga-se de passagem, se chamava King George International College). Sem nem pensar duas vezes, entrei no skytrain, sentei e fiquei esperando chegar ao tal ‘downtown’.

Assim, passaram 10, 15, 30, 40 minutos...e nada de chegar! Eu já assustada porque no email que havia recebido me falaram que eu ficaria hospedada a 20 minutos da escola, decidi criar coragem e perguntar pra alguém onde eu estava.




Moral da história: eu peguei exatamente o caminho contrário e já estava chegando em uma outra cidade chamada Surrey, que é a última parada daquela linha de metrô.

E adivinha o que eu descobri? a estação do skytrain recebeu esse nome pois fica justamente na King George Avenue, onde também havia uma escola chama King George . Rsrsrs”


Gafes de Viagem - se virando no 'enroleixon'

O Felipe Schenkel - student advisor da Canada Travel - tem uma ótima pra contar :

"Vou contar uma história engraçada de um amigo que foi visitar a irmã e estudar inglês no Canadá. Logo que ele chegou, ele foi numa reunião na casa de amigos de sua irmã e do cunhado.

O pessoal estava na beira da piscina, tomando cervejinha, caipirinha etc. Nessa reunião tinha um pessoal do Brasil e de outros países. Meu amigo estuda engenharia e trabalhou com a venda de rolamentos no Brasil. Lá pelas tantas, depois de “molhar o bico”, ele foi contar o que fazia no Brasil. E foi assim que nasceu mais uma perola do enroleixom: “My name is ..., i study engineer and I worked with “ROLAMENTS”. (Ai, essa doeu, hehehe).

O gringo não entendeu nada, mas não ousou perguntar o que se tratava “ROLAMENTS”. Convenhamos, foi uma saída criativa do parceiro na falta da palavra e até ficou uma palavra interessante, né?

Rolamento em inglês se chama bearing, mas valeu a tentativa, “vai que desse certo”... Smigol, essa entrou para história !!!"